Mostrando postagens com marcador Cartoon. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cartoon. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de julho de 2018

8 de julho - Dia Nacional da Ciência


No dia 8 de julho é comemorado o dia Nacional da Ciência. Então, você que é pesquisador, independente da sua área de atuação, você que desenvolve tecnologias e/ou tenta entender mecanismos, mecânicos, biológicos ou sociais, parabéns! Você faz parte de um grupo que busca inovações ou maior entendimento dos fenômenos que o cerca e, ao decifrar e disseminar o conhecimento gerado, você contribui para o desenvolvimento da ciência nacional e internacional. 


Mas a data evoca mais que felicitações pela sua escolha profissional. Ela também nos convida a pensar sobre o que nos aguarda amanhã. Deixo para os leitores as seguintes sugestões de leitura para refletir sobre o futuro da ciência brasileira.

8 de julho - Este é o Dia Nacional da Ciência;
Dia da Ciência: Helena Nader enaltece a pesquisa nacional e denuncia desmonte.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Por: Vanessa Resende Souza Silva



As células que fazem parte do sistema imune, os chamados glóbulos brancos, são os neutrófilos, eosinófilos, basófilos, linfócitos T, linfócitos B, células NK, macrófagos, mastócitos monócitos. Os neutrófilos possuem como principal função fagocitar microrganismos que invadem nosso corpo. Os eosinófilos são menos numerosos do que os neutrófilos, e aparecem em casos de alergia. Os basófilos são células envolvidas nas reações de hipersensibilidade imediata, produzem histamina e heparina. Os monócitos atravessam as paredes de capilares e vênulas, penetrando nos órgãos e transformando-se em macrófagos. Os macrófagos fagocitam restos celulares, células mortas, proteínas estranhas e patógenos. Os mastócitos participam de reações alérgicas, pois armazenam potentes mediadores químicos da inflamação, como a histamina, a heparina e a serotonina. Os linfócitos T  são originadas na medula óssea e amadurecem no timo. Os linfócitos T se dividem em linfócito TCD8+, linfócito TCD4+ linfócito T de memória. Os linfócitos B também se originam na medula óssea, mas se desenvolvem nos órgãos linfoides. Eles produzem anticorpos contra um determinado antígeno. As células NK (Natural Killer) são células matadoras naturais. Essas células destroem as células tumorais ou infectadas por vírus sem que eles expressem qualquer tipo de antígeno ativador da resposta imune específica.

Fica a dica! 

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Diferenças entre Linfócitos T in a nutshell


Você seria capaz de identificar a célula TCD4+ e a TCD8+?

Obs.: In a nutshell é uma expressão que significa, numa tradução livre, resumidamente.

sábado, 7 de abril de 2018


Vinícius José de Oliveira (Doutorando PPIPA/UFU)
Editor: Eliézer Lucas Pires Ramos (Doutorando PPIPA/UFU)


Atualmente, a correria do dia a dia e as rotinas exaustivas de trabalho e estudo a que somos submetidos diariamente acarreta hábitos de higiene que podem influenciar diretamente em nossa saúde. Um exemplo disso está exposto na charge acima: a influência da poeira no desenvolvimento de doenças alérgicas. A poeira domiciliar propicia um ambiente rico em detritos que são um prato cheio para os conhecidos ácaros da poeira domiciliar, que em países tropicais e de clima quente, como o Brasil, são capazes de se multiplicar de forma exponencial em pequenos intervalos de tempo.

Algumas espécies destes ácaros, como a Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis, possuem em sua morfologia moléculas que são capazes de sensibilizar indivíduos pré-dispostos geneticamente a produzir anticorpos da classe IgE específicos para tais moléculas, ditas alérgenos, levando ao desenvolvimento de doenças alérgicas como a asma e a dermatite atópica. Sendo assim, é importante frisar que hábitos de higiene são essenciais na prevenção ou até mesmo na exacerbação de sintomas específicos destas doenças, como a coriza, o prurido ou “coceira”, falta de ar, entre outros, levando a manutenção de uma vida saudável e controle da propagação destes indesejáveis visitantes.


terça-feira, 27 de março de 2018

Em clima de Pàscoa.....


Glicose é essencial para as funções cerebrais, então nada melhor que um chocolate para ajudar a pensar 😆

🐇


quarta-feira, 21 de março de 2018

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Breve Histórico da Evolução "A-T & C-G"

Uma grande parcela da humanidade já ouviu falar do DNA. Brevemente quero mencionar alguns marcos envolvendo essa molécula e a velocidade da nossa compreensão e domínio sobre “o código da vida”. Demorou, aproximadamente, 4 bilhões de anos até o primeiro ser vivo (Gregor Mendel- 1865) perceber que a informação que determina as nossas características era transmitida de pais para filhos. Com a ideia lançada, levou em torno de um século para que a estrutura e a composição dessa molécula fossem identificadas (James Watson & Francis Crick- 1953). Após 24 anos, em 1977, Frederick Sanger desenvolveu a técnica de sequenciamento rápido do DNA. Kary Mullis em 1983 (apenas 6 anos de intervalo) desenvolveu a reação em cadeia da polimerase (PCR). Essas duas últimas descobertas modificaram a forma como vemos, literalmente, o DNA e abriu caminho para algo histórico, o sequenciamento do genoma humano. Esse projeto foi iniciado em 1990 e finalizado em 2003 e, com ela, obtivemos muitas respostas e alguns dogmas foram desmitificados. Quando se descobre que 99% dos genes de um camundongo possui um homólogo (gene correspondente ou idêntico) no genoma humano, a ideia de que o ser humano é especial desaparece. Tal revelação ainda favorece a teoria de um “maluco” chamado Charles Darwin, que, insanamente, propôs a tal “Teoria da Evolução das Espécies”. Atualmente possuímos a sequência genômica completa de várias espécies e detemos a capacidade de modifica-la livremente. Fica questão: O que seremos capazes de fazer daqui a 10 anos? E daqui a 50?

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Você é o que você come!


A microbiota vêm se tornando um HotSpot científico nos últimos anos, colocando nos holofotes diferentes bactérias, protozoários e outros microrganismos que anteriormente eram considerados patogênicos simplesmente por estarem colonizando o intestino do indivíduo. Com o avanço do conhecimento, descobrimos que a qualidade de vida está diretamente ligada à composição da microbiota intestinal e à dieta do indivíduo (sendo estes fatores diretamente relacionados), ainda que atualmente existam várias lacunas no conhecimento sobre esse assunto.



Quem disse que ciência não tem senso artístico? A imagem acima mostra diferentes bactérias presentes no intestino de um camundongo e essa imagem é in vivo. Curioso? Basta clicar na imagem para saber um pouco mais a respeito.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Os Organismos Transgênicos



Os organismos transgênicos, ou modificados geneticamente, são poderosas ferramentas que podem ser utilizadas na pesquisa e no melhoramento animal e vegetal. Além disto, animais de produção ou consumo também podem ser geneticamente melhorados afim de aumentar a produção de matéria.
Existem várias ferramentas que podem ser utilizadas para a criação destes organismos, uma delas é o CRISPR/Cas. Esta ferramenta funciona como uma tesoura que abre o material genético, tornando possível a inserção ou deleção de um gene, dando origem aos organismos Knock in e Knock out, respectivamente.
Organismos modificados já são uma realidade e, apesar das muitas discussões sobre como a manipulação genética influenciaria no curso da humanidade, as inúmeras possibilidades mostram que esta ferramenta veio pra ficar e será cada vez mais utilizada.  

LYGIA DA VEIGA PEREIRA. ANIMAIS TRANSGÊNICOS – NOVA FRONTEIRA DO SABER. Cienc. Cult. vol.60 no.2 São Paulo  2008
MARCELA CORSO AREND; JESSICA OLIVAES PEREIRA; MELISSA MEDEIROS MARKOSKI. O Sistema CRISPR/Cas9 e a Possibilidade de Edição Genômica para a Cardiologia. Arq. Bras. Cardiol. vol.108 no.1 São Paulo Jan. 2017


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Células tronco - Exemplo de aplicação

Quer uma boa notícia (além da black friday)?



Recentemente foi publicado um artigo científico na nature que mostra uma aplicação da tecnologia de células tronco, com resultados muito promissores no tratamento de uma criança com problema grave de pele. Ficou interessado? Dê uma clicada aqui e leia uma reportagem a respeito. Ou clique aqui e leia o artigo na Nature.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Qual o papel das quimiocinas?

Por: Letícia Dinatto Pereira (Graduação em Cièncias Biológicas)
Editora: Caroline Martins Mota (PostDoc UFU/PPIPA)


          As quimiocinas são proteínas de baixo peso molecular (8-17 KDa) do grupo das citocinas, e são primordialmente citocinas quimiotáticas que frequentemente estão associadas com inflamação por estarem envolvidas na interação celular e tropismo neste tipo de situação. São classificadas em quatro subfamílias de acordo com o arranjo dos dois resíduos de cisteína da porção N-terminal: 1. CXC, cisteínas separadas por outro aminoácido; 2. CC, cisteínas adjacentes; 3. CX3C, cisteínas separadas por três outros aminoácidos; 4. C, onde os resíduos 1 e 3 são ausentes. O reconhecimento dessas moléculas é realizado por Receptores Acoplados a Proteína G (GPCR), que apesar de serem capazes de reconhecer diferentes quimiocinas, são específicos para cada subfamília.
Apresentam função quimiotática caracterizada pelo direcionamento do movimento de células de acordo com a presença de substâncias no meio, e função homeostática, sendo expressas constitutivamente em órgãos linfóides e atuando no controle da migração celular de leucócitos (principalmente linfócitos e células dendríticas) durante processos de crescimento e manutenção de tecidos. Já as quimiocinas de função inflamatória são liberadas durante respostas imunes, e recrutam majoritariamente neutrófilos e macrófagos para os sítios de lesão tecidual ou processos infecciosos. Normalmente, pode ocorrer sobreposição das duas funções das quimiocinas, pois há relatos da atuação dessas proteínas na angiogênese, hematopoiese e em processos tumorais que evidenciam o papel das quimiocinas na modulação da senescência e da sobrevida celular.
Além disso, estudos mostram que os receptores de quimiocinas também são promissores para o desenvolvimento de drogas: o receptor CCR5 é sabidamente um co-receptor importante para a entrada do vírus HIV-1 nas células. Estão sendo elaboradas técnicas para ruptura desse mecanismo, incluindo edição gênica e inibição com uso de antagonistas - como o Maraviroc, para vírus R5-Trópico, droga aprovada pela FDA (Food and Drug Administration, USA) que tem se mostrado segura para uso em regimes de profilaxia pré-exposição. Portanto, a melhor investigação e entendimento desta classe de citocinas podem facilitar no desenvolvimento de novas terapias de diversas doenças, como câncer e síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS).

Referências:

ZLOTNIK, Albert; YOSHIE, Osamu. The chemokine superfamily revisited. Immunity, v. 36, n. 5, p. 705-716, 2012.

WOOLLARD, Shawna M.; KANMOGNE, Georgette D. Maraviroc: a review of its use in HIV infection and beyond. Drug design, development and therapy, v. 9, p. 5447, 2015.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Relação Ciência X Progresso

Por: Heber Leão Silva Barros



A vida dos pesquisadores nunca foi fácil. Concorrência extremamente qualificada (o que, apesar de dificultar a vida, é uma coisa boa), carga de trabalho "incompatível com a vida", reconhecimento dificilmente obtido e falta de investimentos na área. Falando em queda de investimentos, nos últimos tempos a ciência brasileira realizada nas universidades e instituições públicas sofreu sucessivos duros golpes no financiamento público, sua maior fonte. A insatisfação foi tanta que foi retratada na mídia brasileira e pela mídia internacional, inclusive rendendo notícias na renomada revista Nature. Os efeitos imediatos da frequente e intensa queda de investimento? Fuga de cérebros em busca de melhores condições de trabalho, resultando em perda de mão de obra qualificada em lugares onde ela já é bem escassa. Educação e ciência são setores nos quais o país não sente os impactos mais intenso de uma má gestão imediatamente, mas a médio e longo prazo podem ser a diferença entre viver uma crise sem fim ou sair do buraco.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Ambiente ótimo para trabalhar



Você se pergunta por que não consegue aumentar sua produtividade? Pior ainda, por que ela cai enquanto deveria aumentar. O problema pode estar no ambiente que você escolhe para trabalhar! Então, quem sabe, não chegou a hora de trocar seu café por uma água de coco?

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Outubro chegando...chegou a temporada dos congressos!


Brincadeira leitores. Vamos todos por diversão e a trabalho. Para os amantes de imunologia, fique ligado:
Congresso da Sociedade Brasileira de Imunologia: Mucosal Immuno 2017;
Congresso da Sociedade Brasileira de Protozoologia: 33ª reunião anual da SBPz;
E, é claro...
I Ciclo de Palestras: Visão Multiprofissional das Doenças Autoimunes, promovido pela Liga Universitária de Imunologia. Interessado? Corre que ainda dá tempo de se inscrever, basta ir ao Centro de Convivência do Umuarama, entre 12:00 e 13:00 horas, e garantir sua vaga nesse evento. Corra que temos poucas vagas!